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"Google+ é próxima versão do Google", revela executivo

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09/01/2014

O Google+ começou como uma rede social comum, uma resposta da empresa ao Facebook, mas nunca se popularizou de fato. Logo, o Google encontrou uma nova função para ele e aos poucos o vem reformulando com um sentido muito claro, de reunir, organizar e personalizar todos os serviços da empresa em torno do usuário.

Lentamente, o Google+ passou a ampliar ou substituir serviços tradicionais da empresa, como a busca e o Hangouts, que agora é integrado à rede social. Além, claro, do YouTube, cujo sistema de comentários passou a utilizar o perfil na rede, para o desespero de muitos. Com tudo isso, é possível perceber qual é o caminho do Plus, de se tornar a identidade virtual para os serviços do Google, que também é por acaso uma rede social (pouco utilizada).

"Estamos consolidando vários serviços diferentes, então hoje a busca, o YouTube, a loja de apps do Google Play... tudo isso se liga ao Google+. E a razão para isso é que o Google+ é mais ou menos a próxima versão do Google", explica Steve Grove, um dos executivos da empresa mais envolvidos no Plus em entrevista ao Mint.

De acordo com ele, há muito valor nisso, já que as buscas mostram resultados do Google+, o que faz com que mais pessoas se juntem ao serviço para observar o valor de se logar antes de fazer uma pesquisa na principal ferramenta da empresa.

Na perspectiva do Google, organizar todos os dados que a empresa tem sobre você ajuda a organizar os serviços à sua volta, tornando-os mais valiosos e, consequentemente, aumentando o tempo que você os utiliza e vendo a publicidade direcionada da empresa.

Entretanto, alguns argumentos oferecidos pela empresa não funcionam muito bem, principalmente quando o assunto são os comentários no YouTube. Grove defende que a utilização do perfil no Google+ impede a "trollagem" nos comentários, o que até o momento foi comprovado não ser verdade, já que o que mais se via na época mais acirrada nos protestos contra a medida eram genitálias e tanques de guerra em ASCII art.

Via Ars Technica 

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