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Por que a fraude na internet é tão prejudicial para o lojista?

.:: Por que a fraude na internet é tão prejudicial para o lojista? ::.
02/10/2017

Pouca gente sabe, mas a verdade é que um e-commerce, quando decide receber pagamentos online, acaba se comprometendo também em arcar com a segurança das transações que envolvem cartões de crédito. Ou seja, se no futuro houver alguma contestação de compra, o estorno sairá do bolso do lojista.

No e-commerce, a autorização do banco emissor do cartão não está relacionada à identidade do cliente, mas apenas à checagem se aquele cartão que está sendo utilizado tem crédito para pagar aquela compra.

Essa questão pode gerar bastante confusão e causar uma decepção muito grande a um empreendedor quando ele se depara com o prejuízo de um, dois ou dezenas de chargebacks de uma hora para outra. Dados do setor mostram que para cada US$ 1 que um e-commerce perde com a fraude, os bancos e as adquirentes e bancos desembolsam cerca de US$ 1,50 com custos operacionais de atendimento e de substituição do cartão de crédito cancelado e também em várias outras atividades preventivas e de segurança.

Quando um consumidor descobre que o cartão de crédito foi utilizado indevidamente, também acaba ficando inseguro sobre todo o processo de pagamento online. A fraude gera uma experiência muito ruim para todos os envolvidos no processo: consumidor, bancos e lojistas.

A má notícia é que não existe e-commerce à prova de fraude. A partir do momento em que você decide receber pagamentos online acaba ficando sujeito a este tipo de golpe – independentemente do tipo de produto ou serviço comercializado. Há muitos casos em que os criminosos não estão necessariamente interessados no produto da loja.

A fraude faz parte do jogo do comércio eletrônico, e mantê-la em uma taxa entre 0,3 e 0,7% é o recomendável. Assimilar esta ideia é uma das muitas tarefas de um empreendedor, que precisará entender que o objetivo da análise de risco não se trata utopicamente de acabar com a fraude.

 

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